Feliz ano novo!! Um pouco tardio, mas sincero.
Deparei-me há pouco com a bombástica notícia de que o governo pretende colocar lousa digital em todas as salas de aula das escolas públicas do país. Além disso, deseja fazer uma compra gigantesca de tablets para deixar na escola à disposição dos alunos. Aí eu pergunto: pra quê?
Há algum tempo, fui a uma apresentação dessas lousas e confesso que, por mais entusiasta que seja do uso das tecnologias em sala de aula, acho um exagero. Enfim, cabe discutir com a sociedade se a área da Educação não tem outras urgências para os R$ 5,5 bilhões destinados a esse investimento.
A notícia está disponível em: Governo de SP quer todas as salas de aula com lousa digital
A esse respeito, vale ler a matéria "Tecnologia sem pedagogia", publicada no Estadão.
este blog propõe a divulgação de textos sobre tecnologia, leitura, escrita e outras discussões que passem pelos bancos da escola
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Observatório dos Países de Língua Oficial Portuguesa (Oplop)
"O que você conhece sobre a situação política de Moçambique? E as reivindicações trabalhistas dos portugueses nesse momento de crise internacional, você sabe quais são? Essas questões, a princípio distintas, dizem respeito à realidade de países que compartilham algo muito intimamente com o Brasil: o idioma.
Foi para aprofundar a capacidade de interpretação das dinâmicas sociais dos países lusófonos e incentivar as colaborações na geração de conhecimento nos campos científico e acadêmico que foi criado o Observatório dos Países de Língua Oficial Portuguesa (Oplop)".
Para ler essa matéria na íntegra, acesse: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2011/12/em-bom-portugues
E para visitar o portal, siga este link: http://www.oplop.uff.br/
Foi para aprofundar a capacidade de interpretação das dinâmicas sociais dos países lusófonos e incentivar as colaborações na geração de conhecimento nos campos científico e acadêmico que foi criado o Observatório dos Países de Língua Oficial Portuguesa (Oplop)".
Para ler essa matéria na íntegra, acesse: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2011/12/em-bom-portugues
E para visitar o portal, siga este link: http://www.oplop.uff.br/
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Jogo da reforma ortográfica
Bonitinho. O Jogo é uma iniciativa da FMU, em parceria com a Retoque Comunicação e o LivroClip.
Pode ser legal pra trabalhar ortografia.
http://www.fmu.br/game/home.asp
Pode ser legal pra trabalhar ortografia.
http://www.fmu.br/game/home.asp
sábado, 8 de outubro de 2011
Um 'griot' em São Paulo
"O 'griot', em tradições orais de vários povos africanos, é um dos símbolos representativos de todos os narradores, dos que contam contos, cantam décimas, sábios, avós, mães e todos os demais personagens - cênicos ou não -, que, em muitas sociedades, são depositários de histórias, de testemunhos ou de tradições que ele conta". (http://aldeiagriot.blogspot.com/)
No próximo dia 14/out teremos um griot por aqui. Imperdível, não?
No próximo dia 14/out teremos um griot por aqui. Imperdível, não?
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Tecnologia na educação
Ainda é cedo para avaliar se o uso de novas tecnologias no ensino mudará de forma radical a forma de lecionar
O uso de novas tecnologias na educação tem o potencial de elevar o aprendizado e tornar a escola mais atrativa, contribuindo para o aumento da frequência. Ainda não está claro como essas tecnologias podem ser utilizadas de forma efetiva, mas experiências inovadoras têm apontado alguns caminhos.
Na última década, vários países, como Estados Unidos, Inglaterra, Israel, Itália e Holanda, implantaram políticas de incentivo à adoção de computadores e acesso à internet nas escolas públicas. No entanto, os estudos em geral não encontraram impactos significativos no desempenho dos alunos.
As evidências empíricas para países em desenvolvimento, embora ainda limitadas, são mais positivas. Um estudo de Abhijit Banerjee e co-autores, "Remedying Education: Evidence from Two Randomized Experiments in India", realizou um experimento aleatório em escolas primárias urbanas da Índia para avaliar um programa de uso de computadores na aprendizagem.
Em metade das escolas, duas horas por semana passaram a ser dedicadas a jogos educacionais no computador, com ênfase em competências básicas do currículo de matemática. O programa envolvia a resolução de problemas progressivamente mais difíceis, de modo que os alunos avançavam de forma diferenciada.
Os autores mostraram que o programa teve um impacto elevado nas notas de matemática. Os ganhos foram expressivos não só para os melhores alunos, mas também para aqueles que tinham dificuldade prévia em matemática.
Um grande desafio no ensino em turmas heterogêneas é fazer com que o conteúdo lecionado seja estimulante para os melhores alunos e ao mesmo tempo acessível para os alunos com dificuldades.
O caráter inovador da experiência da Índia foi usar o computador e um software educacional de modo a adaptar o ensino de acordo com as características de cada aluno.
Um experimento que tem gerado controvérsia utiliza softwares educacionais de uma organização sem fins lucrativos chamada Khan Academy para reverter os métodos tradicionais de ensino.
Nesse modelo, iniciado ano passado em algumas escolas públicas da Califórnia, as aulas expositivas são dadas através de vídeos disponibilizados na internet e os deveres são resolvidos na sala de aula. Além disso, os professores têm acesso a um sistema que permite acompanhar em tempo real o progresso dos alunos na resolução dos exercícios.
É cedo para avaliar se o uso de novas tecnologias na educação resultará em uma ferramenta adicional ou se mudará de forma radical a forma de lecionar. Mas o caminho na direção de torná-las mais úteis parece estar sendo finalmente trilhado.
FERNANDO VELOSO, 44, é pesquisador do Ibre/FGV
Fonte: Folha de S.Paulo, 3 out. 2011.
O uso de novas tecnologias na educação tem o potencial de elevar o aprendizado e tornar a escola mais atrativa, contribuindo para o aumento da frequência. Ainda não está claro como essas tecnologias podem ser utilizadas de forma efetiva, mas experiências inovadoras têm apontado alguns caminhos.
Na última década, vários países, como Estados Unidos, Inglaterra, Israel, Itália e Holanda, implantaram políticas de incentivo à adoção de computadores e acesso à internet nas escolas públicas. No entanto, os estudos em geral não encontraram impactos significativos no desempenho dos alunos.
As evidências empíricas para países em desenvolvimento, embora ainda limitadas, são mais positivas. Um estudo de Abhijit Banerjee e co-autores, "Remedying Education: Evidence from Two Randomized Experiments in India", realizou um experimento aleatório em escolas primárias urbanas da Índia para avaliar um programa de uso de computadores na aprendizagem.
Em metade das escolas, duas horas por semana passaram a ser dedicadas a jogos educacionais no computador, com ênfase em competências básicas do currículo de matemática. O programa envolvia a resolução de problemas progressivamente mais difíceis, de modo que os alunos avançavam de forma diferenciada.
Os autores mostraram que o programa teve um impacto elevado nas notas de matemática. Os ganhos foram expressivos não só para os melhores alunos, mas também para aqueles que tinham dificuldade prévia em matemática.
Um grande desafio no ensino em turmas heterogêneas é fazer com que o conteúdo lecionado seja estimulante para os melhores alunos e ao mesmo tempo acessível para os alunos com dificuldades.
O caráter inovador da experiência da Índia foi usar o computador e um software educacional de modo a adaptar o ensino de acordo com as características de cada aluno.
Um experimento que tem gerado controvérsia utiliza softwares educacionais de uma organização sem fins lucrativos chamada Khan Academy para reverter os métodos tradicionais de ensino.
Nesse modelo, iniciado ano passado em algumas escolas públicas da Califórnia, as aulas expositivas são dadas através de vídeos disponibilizados na internet e os deveres são resolvidos na sala de aula. Além disso, os professores têm acesso a um sistema que permite acompanhar em tempo real o progresso dos alunos na resolução dos exercícios.
É cedo para avaliar se o uso de novas tecnologias na educação resultará em uma ferramenta adicional ou se mudará de forma radical a forma de lecionar. Mas o caminho na direção de torná-las mais úteis parece estar sendo finalmente trilhado.
FERNANDO VELOSO, 44, é pesquisador do Ibre/FGV
Fonte: Folha de S.Paulo, 3 out. 2011.
sábado, 24 de setembro de 2011
Teoria de Resposta ao Item - TRI
Dois textos bastantes esclarecedores, que recebi do Luiz Oliveira, via Flor do Lácio, e que podem ajudar a compreender esse bicho-papão de exames como ENEM, SARESP e outros:
- Teoria de Resposta ao Item
- Aplicações da TRI no Brasil
Pra salvá-los em seu computador, acesse os documentos nos links acima e depois, já com a página aberta, clique em qualquer lugar com o botão da direita do seu mouse. Ao abrir a caixa de diálogo, clique em "salvar como".
- Teoria de Resposta ao Item
- Aplicações da TRI no Brasil
Pra salvá-los em seu computador, acesse os documentos nos links acima e depois, já com a página aberta, clique em qualquer lugar com o botão da direita do seu mouse. Ao abrir a caixa de diálogo, clique em "salvar como".
Projeto de Formação de Mediadores de Leitura do PROLER
Estão abertas, até 30 de setembro, as inscrições para propostas de cursos voltados à formação continuada de professores e bibliotecários, e outros mediadores de leitura, nas seguintes áreas:
- Contação de Histórias;
- Formação de Mediadores de Leitura;
- Literatura Infantil e Juvenil.
Para maiores informações, acesse o site do Edital, clicando AQUI.
- Contação de Histórias;
- Formação de Mediadores de Leitura;
- Literatura Infantil e Juvenil.
Para maiores informações, acesse o site do Edital, clicando AQUI.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Fórum de Educadores do Insper vai debater o dilema: conteúdo versus habilidades
Divulgação
O Insper realiza, no próximo sábado, dia 17, o Fórum de Educadores, voltado para professores e pedagogos de instituições de ensino de todos os níveis – Fundamental, Médio e Superior. O evento vai debater o dilema ‘conteúdo versus habilidade’: como garantir, ao mesmo tempo, conteúdo e desenvolvimento de habilidades voltadas à resolução de problemas? Qual a medida entre as inovações pedagógicas e o preparo voltado às avaliações que nossos alunos enfrentarão? Quais os aprendizados esperados? Como as escolas podem planejá-los de modo eficiente?
Para esse encontro, são convidados todos os educadores a compartilharem perspectivas e experiências acerca desses questionamentos.
Serviço
Fórum de Educadores: Amenizando o dilema: conteúdo versus habilidades
Data: 17/09 (sábado)
Horário: das 08h30 às 12h00
Local: Insper Instituto de Ensino e Pesquisa
Rua Quatá, 300 – Vila Olímpia – São Paulo, SP
Inscrições: http://www.insper.edu.br/forumdeeducadores
O Insper realiza, no próximo sábado, dia 17, o Fórum de Educadores, voltado para professores e pedagogos de instituições de ensino de todos os níveis – Fundamental, Médio e Superior. O evento vai debater o dilema ‘conteúdo versus habilidade’: como garantir, ao mesmo tempo, conteúdo e desenvolvimento de habilidades voltadas à resolução de problemas? Qual a medida entre as inovações pedagógicas e o preparo voltado às avaliações que nossos alunos enfrentarão? Quais os aprendizados esperados? Como as escolas podem planejá-los de modo eficiente?
Para esse encontro, são convidados todos os educadores a compartilharem perspectivas e experiências acerca desses questionamentos.
Serviço
Fórum de Educadores: Amenizando o dilema: conteúdo versus habilidades
Data: 17/09 (sábado)
Horário: das 08h30 às 12h00
Local: Insper Instituto de Ensino e Pesquisa
Rua Quatá, 300 – Vila Olímpia – São Paulo, SP
Inscrições: http://www.insper.edu.br/forumdeeducadores
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Orientação sexual na escola: abordagens
Saiu uma ótima matéria na revista "Direcional Escolas" sobre abordagens de orientação sexual na escola.
É legal ler a opinião da Cida Lico, professora de Ciências do Colégio Ítaca e uma das entrevistadas, que afirma que há “muita informação visual, no entanto os estudantes permanecem quase que com as mesmas dúvidas de 20 anos atrás". Segundo ela, "falta um conteúdo que o aluno ainda não encontra fora da escola, foi deixado para a instituição fazer isso. Os pais continuam com dificuldade de admitir que o filho cresceu e também não têm a medida de como abordar [esse tema]".
Para ler a versão integral dessa matéria, CLIQUE AQUI.
É legal ler a opinião da Cida Lico, professora de Ciências do Colégio Ítaca e uma das entrevistadas, que afirma que há “muita informação visual, no entanto os estudantes permanecem quase que com as mesmas dúvidas de 20 anos atrás". Segundo ela, "falta um conteúdo que o aluno ainda não encontra fora da escola, foi deixado para a instituição fazer isso. Os pais continuam com dificuldade de admitir que o filho cresceu e também não têm a medida de como abordar [esse tema]".
Para ler a versão integral dessa matéria, CLIQUE AQUI.
Escrita cursiva em tempos digitais
"Decisão americana de acabar com o ensino da letra cursiva abre discussão sobre as motivações do ensino ofertado às crianças na era digital"
Será mesmo que temos de parar de ensinar a escrever "a mão" só porque as crianças terão um computador à disposição?? Silvia Colello, coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Alfabetização e Letramento da Faculdade de Educação da USP (Feusp) discorda: "É mentira dizer que a letra cursiva vai cair em desuso. Existem práticas usuais, como deixar um bilhete ou fazer a lista de supermercado, que continuarão a existir. E a escola não pode sonegar informação em nome de um futuro".
Para Elvira Souza Lima, pesquisadora em desenvolvimento humano, a questão é bem mais embaixo: "A escola resistiu a socializar a escrita, sendo que a leitura foi socializada. Ler significa ver o mundo pelos olhos do outro. Escrever significa expressar a própria identidade. Querer que todo mundo escreva e se comunique é que é revolucionário."
Leia, na íntegra, a matéria "Mão Atadas", de Juliana Holanda, publicada na Revista Educação, ed. 173, de setembro de 2011, CLICANDO AQUI.
Será mesmo que temos de parar de ensinar a escrever "a mão" só porque as crianças terão um computador à disposição?? Silvia Colello, coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Alfabetização e Letramento da Faculdade de Educação da USP (Feusp) discorda: "É mentira dizer que a letra cursiva vai cair em desuso. Existem práticas usuais, como deixar um bilhete ou fazer a lista de supermercado, que continuarão a existir. E a escola não pode sonegar informação em nome de um futuro".
Para Elvira Souza Lima, pesquisadora em desenvolvimento humano, a questão é bem mais embaixo: "A escola resistiu a socializar a escrita, sendo que a leitura foi socializada. Ler significa ver o mundo pelos olhos do outro. Escrever significa expressar a própria identidade. Querer que todo mundo escreva e se comunique é que é revolucionário."
Leia, na íntegra, a matéria "Mão Atadas", de Juliana Holanda, publicada na Revista Educação, ed. 173, de setembro de 2011, CLICANDO AQUI.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Arte e ciênca: razão sensível
Divulgação.
Explorando o universo das artes visuais e das ciências, a oficina promove a interação teórica e prática do saber racional junto ao sensível, ao inspirar dinâmicas educativas verdadeiramente interdisciplinares e criativas. Através da análise de estruturas da natureza, e posteriormente de obras artísticas e arquitetônicas, são traçadas as relações dessas com a matemática, a biologia, a química e a física. Numa última etapa, são vistas as interligações da estética cinematográfica com a psicologia, que contribui no entendimento de aspectos cognitivos do imaginário, da sensibilidade e do processo criativo.
Mesa-redonda, no dia 18 de novembro, das 9h30 às 12h, com participação dos convidados: Profª. Ms. Cristiane do Rocio Wosniak (bióloga e coreógrafa – FAP e UFPR); Prof. Dr. Fernando Luís Fogliano (físico e fotógrafo – Centro Universitário Senac-SP); Prof. Dr. João Francisco Duarte Junior (estética e arte-educação – IA-Unicamp). Mediação e ministrante das oficinas: Prof. Solano R. dos Santos – arte-educador (especialista em mídias e tecnologias na educação).
Para maiores informações acesse o Portal Centro Cultural Banco do Brasil
Explorando o universo das artes visuais e das ciências, a oficina promove a interação teórica e prática do saber racional junto ao sensível, ao inspirar dinâmicas educativas verdadeiramente interdisciplinares e criativas. Através da análise de estruturas da natureza, e posteriormente de obras artísticas e arquitetônicas, são traçadas as relações dessas com a matemática, a biologia, a química e a física. Numa última etapa, são vistas as interligações da estética cinematográfica com a psicologia, que contribui no entendimento de aspectos cognitivos do imaginário, da sensibilidade e do processo criativo.
Mesa-redonda, no dia 18 de novembro, das 9h30 às 12h, com participação dos convidados: Profª. Ms. Cristiane do Rocio Wosniak (bióloga e coreógrafa – FAP e UFPR); Prof. Dr. Fernando Luís Fogliano (físico e fotógrafo – Centro Universitário Senac-SP); Prof. Dr. João Francisco Duarte Junior (estética e arte-educação – IA-Unicamp). Mediação e ministrante das oficinas: Prof. Solano R. dos Santos – arte-educador (especialista em mídias e tecnologias na educação).
Para maiores informações acesse o Portal Centro Cultural Banco do Brasil
Preconceito e intolerância em Caçadas de Pedrinho
O texto de Marisa Lajolo, definitivo quando se fala da polêmica acerca do preconceito na obra de Monteiro Lobato, foi publicado na Revista Emília.

[...] Qualquer proposta de um paratexto que corrija a história passa por cima da frase final do livro, que se encerra com Tia Nastácia tomando o lugar de Dona Benta no carrinho puxado por Quindim exclamando: “Tenha paciência, (...) Agora chegou minha vez. Negro também é gente, Sinhá...”
Evidentemente, essa fala de Tia Nastácia não manifesta postura política equivalente a lutas, conquistas e estratégias contemporâneas assumidas por movimentos empenhados na construção da identidade negra. Mas a fala de Tia Nastácia é o que se tem, e o que talvez melhor combine com o modo de ser da personagem ao longo da obra lobatiana. É pela boca e pela atitude da cozinheira negra que a igualdade de direitos é reivindicada, como foi pela boca e pela atitude dos animais que os riscos de degradação ambiental foram tematizados no livro.
O que não é pouco, creio...
Creio, aliás, que é muito.
Mas, como já disse, não é a intenção destas mal traçadas desqualificar as recentes críticas a Lobato. Nada disso. A questão é mais ampla. [...]
Para ler o artigo na íntegra, CLIQUE AQUI.

[...] Qualquer proposta de um paratexto que corrija a história passa por cima da frase final do livro, que se encerra com Tia Nastácia tomando o lugar de Dona Benta no carrinho puxado por Quindim exclamando: “Tenha paciência, (...) Agora chegou minha vez. Negro também é gente, Sinhá...”
Evidentemente, essa fala de Tia Nastácia não manifesta postura política equivalente a lutas, conquistas e estratégias contemporâneas assumidas por movimentos empenhados na construção da identidade negra. Mas a fala de Tia Nastácia é o que se tem, e o que talvez melhor combine com o modo de ser da personagem ao longo da obra lobatiana. É pela boca e pela atitude da cozinheira negra que a igualdade de direitos é reivindicada, como foi pela boca e pela atitude dos animais que os riscos de degradação ambiental foram tematizados no livro.
O que não é pouco, creio...
Creio, aliás, que é muito.
Mas, como já disse, não é a intenção destas mal traçadas desqualificar as recentes críticas a Lobato. Nada disso. A questão é mais ampla. [...]
Para ler o artigo na íntegra, CLIQUE AQUI.
Pesquisa Escolar Parceiros na Aprendizagem

Mais uma iniciativa da Microsoft - Educadores inovadores.
"O intuito da Pesquisa não é fazer ranking das melhores escolas, mas sim ajudá-las a compreender como está sendo desenvolvido o ensino em sua unidade escolar. Trata-se de um conjunto de ferramentas de pesquisa que as escolas podem utilizar para obter relatórios de dados voltados para a ação, com exemplos reais de como sua escola pode desenvolver as práticas inovadoras de ensino e aprendizagem, para trabalhar as habilidades do século 21 nos alunos".
Para saber mais, acesse o blog do projeto, CLICANDO AQUI.
Você também pode entrar no site http://www.pilsr.com. No canto superior da tela, à direita, mude o país para “Brazil”, assim o idioma será alterado automaticamente para o português.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Workshop Microsoft Brasil - Parceiros na aprendizagem
Evento voltado à discussão e troca de experiências entre educadores brasileiros. No final do evento, serão divulgados os vencedores da 6a edição nacional do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores 2011.
Quando: 03/agosto - das 14h às 19h
Contato: 11-3595-9389
E-mail: microsoftrsvp@agenciagude.com.br
Quando: 03/agosto - das 14h às 19h
Contato: 11-3595-9389
E-mail: microsoftrsvp@agenciagude.com.br
Congresso Infâncias e Brinquedos de Ontem e Hoje
O Congresso Nacional Infâncias e Brinquedos de ontem e hoje congrega pesquisadores de instituições nacionais, com os quais o CABE e o GEPEMC mantêm intercâmbio e desenvolvem significativas parcerias.
O Congresso pretende firmar e ampliar o intercâmbio entre pessoas e instituições interessadas nas questões referentes aos estudos sobre infâncias e brinquedos e temas relevantes para esse campo, além de fortalecer a formação de educadores sensíveis às infâncias, aqui entendidas no sentido literal - a primeira etapa da vida, mas também como um ser sem idade, transformador e criador de experiências.
Mais informações e inscrições: http://www.portaldobrinquedouff.com.br/congresso/
O Congresso pretende firmar e ampliar o intercâmbio entre pessoas e instituições interessadas nas questões referentes aos estudos sobre infâncias e brinquedos e temas relevantes para esse campo, além de fortalecer a formação de educadores sensíveis às infâncias, aqui entendidas no sentido literal - a primeira etapa da vida, mas também como um ser sem idade, transformador e criador de experiências.
Mais informações e inscrições: http://www.portaldobrinquedouff.com.br/congresso/
EUA abandonam ensino da letra de mão
Defensores da medida, que provoca polêmica, argumentam que as crianças não necessitam mais escrever com caneta no papel
O ensino da letra cursiva (de mão) será opcional em Indiana e deverá ser banido definitivamente nos próximos anos. A decisão deve ser seguida por mais de 40 Estados americanos que também consideram esta forma de escrever como ultrapassada. Na avaliação deles, é mais importante se concentrar no aprendizado das letras bastão (de forma).
O argumento dos defensores desta lei, que provocou polêmica nos Estados Unidos nas últimas semanas, é de que hoje as crianças praticamente não necessitam mais escrever as letras com caneta ou lápis no papel.
Seria mais importante elas aprenderem a digitar mais rapidamente, já que quase toda a comunicação acontece por meio de letras de forma nos celulares e computadores.
Para saber mais sobre essa atitude bastante polêmica, leia a matéria na íntegra: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110718/not_imp746256,0.php
O ensino da letra cursiva (de mão) será opcional em Indiana e deverá ser banido definitivamente nos próximos anos. A decisão deve ser seguida por mais de 40 Estados americanos que também consideram esta forma de escrever como ultrapassada. Na avaliação deles, é mais importante se concentrar no aprendizado das letras bastão (de forma).
O argumento dos defensores desta lei, que provocou polêmica nos Estados Unidos nas últimas semanas, é de que hoje as crianças praticamente não necessitam mais escrever as letras com caneta ou lápis no papel.
Seria mais importante elas aprenderem a digitar mais rapidamente, já que quase toda a comunicação acontece por meio de letras de forma nos celulares e computadores.
Para saber mais sobre essa atitude bastante polêmica, leia a matéria na íntegra: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110718/not_imp746256,0.php
Livros para tablets oferecem uma nova experiência de leitura
Para ver, ouvir e jogar
Com influência dos games e da internet, os livros para tablets oferecem uma nova experiência de leitura
Danilo Venticinque
Na passagem da era analógica para a digital, poucos produtos mudaram tão pouco quanto o livro. Os e-books já são um sucesso, sem dúvida: nos Estados Unidos, o formato digital já é o mais vendido, superando os livros de capa dura, brochura e de bolso. Mas, até agora, dispositivos como o leitor digital Kindle, da Amazon, oferecem ao leitor uma experiência quase idêntica à dos livros de papel: letras pretas sobre um fundo branco, como o alemão Johannes Gutenberg concebeu há mais de cinco séculos e meio. A nova safra de livros para o iPad pretende revolucionar esse formato e transformar o hábito da leitura, incorporando vídeo e games aos textos e usando a capacidade multimídia dos tablets.
Nos últimos meses, dois grandes lançamentos interativos despertaram a atenção (e a euforia) das editoras para o potencial dos livros interativos. No campo da não ficção, o grande destaque foi o aplicativo Our Choice, continuação do documentário Uma verdade inconveniente, do ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore. Desenvolvido por Gore em parceria com o designer Mike Matas, Our Choice é organizado em capítulos, como um livro tradicional. Mas cada capítulo contém uma série de conteúdos interativos, áudio e fotos em alta defi-nição, que podem ser ampliadas pelo leitor com um toque dos dedos. Os 19 capítulos de Our Choice também têm embutidos mais de uma hora de documentário. Um filme dentro do livro.
Leia a matéria na íntegra em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI250026-15220,00.html
Com influência dos games e da internet, os livros para tablets oferecem uma nova experiência de leitura
Danilo Venticinque
Na passagem da era analógica para a digital, poucos produtos mudaram tão pouco quanto o livro. Os e-books já são um sucesso, sem dúvida: nos Estados Unidos, o formato digital já é o mais vendido, superando os livros de capa dura, brochura e de bolso. Mas, até agora, dispositivos como o leitor digital Kindle, da Amazon, oferecem ao leitor uma experiência quase idêntica à dos livros de papel: letras pretas sobre um fundo branco, como o alemão Johannes Gutenberg concebeu há mais de cinco séculos e meio. A nova safra de livros para o iPad pretende revolucionar esse formato e transformar o hábito da leitura, incorporando vídeo e games aos textos e usando a capacidade multimídia dos tablets.
Nos últimos meses, dois grandes lançamentos interativos despertaram a atenção (e a euforia) das editoras para o potencial dos livros interativos. No campo da não ficção, o grande destaque foi o aplicativo Our Choice, continuação do documentário Uma verdade inconveniente, do ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore. Desenvolvido por Gore em parceria com o designer Mike Matas, Our Choice é organizado em capítulos, como um livro tradicional. Mas cada capítulo contém uma série de conteúdos interativos, áudio e fotos em alta defi-nição, que podem ser ampliadas pelo leitor com um toque dos dedos. Os 19 capítulos de Our Choice também têm embutidos mais de uma hora de documentário. Um filme dentro do livro.
Leia a matéria na íntegra em: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI250026-15220,00.html
Aluguel de e-books didáticos na Amazon
PublishNews - 19/07/2011 - Ricardo Costa
Nos EUA, estudantes poderão economizar até 80% do preço do livro didático impresso, alugando e-books Kindle
A Amazon anunciou nesta segunda-feira, dia 18, um novo negócio na sua Kindle Store: o aluguel de livros didáticos – o Kindle Textbooks.
A partir de agora estudantes podem alugar e-books didáticos para Kindle por períodos de 30 a 360 dias, pagando até 80% menos do que custaria o livro impresso. Eles ainda podem estender o aluguel - até por apenas um dia - ou decidir pela compra do livro que estão lendo. Uma das vantagens é que o aluno guardará suas anotações.
“Quando eles vendem um livro impresso usado no final do semestre perdem todas as suas anotações que fizeram no texto ou nas margens. Com o Kindle Textbooks isso não vai acontecer. As anotações ficarão guardadas na Amazon Cloud e o sistema de sincronização do Kindle e estarão disponíveis a qualquer momento, em qualquer lugar, mesmo depois do fim do aluguel. E se adquirir o livro no futuro, as anotações serão sincronizadas com o e-book comprado”, comentou Dave Limp, vice-presidente da Amazon Kindle.
O serviço foi lançado com obras da John Wiley & Sons, Elsevier e Taylor & Francis, e estará disponível também em todas os aplicativos Kindle para PC, Mac, iPad, iPod touch, iPhone, BlackBerry, Windows Phone e equipamentos que rodam Android.
Fonte: http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=64252
Nos EUA, estudantes poderão economizar até 80% do preço do livro didático impresso, alugando e-books Kindle
A Amazon anunciou nesta segunda-feira, dia 18, um novo negócio na sua Kindle Store: o aluguel de livros didáticos – o Kindle Textbooks.
A partir de agora estudantes podem alugar e-books didáticos para Kindle por períodos de 30 a 360 dias, pagando até 80% menos do que custaria o livro impresso. Eles ainda podem estender o aluguel - até por apenas um dia - ou decidir pela compra do livro que estão lendo. Uma das vantagens é que o aluno guardará suas anotações.
“Quando eles vendem um livro impresso usado no final do semestre perdem todas as suas anotações que fizeram no texto ou nas margens. Com o Kindle Textbooks isso não vai acontecer. As anotações ficarão guardadas na Amazon Cloud e o sistema de sincronização do Kindle e estarão disponíveis a qualquer momento, em qualquer lugar, mesmo depois do fim do aluguel. E se adquirir o livro no futuro, as anotações serão sincronizadas com o e-book comprado”, comentou Dave Limp, vice-presidente da Amazon Kindle.
O serviço foi lançado com obras da John Wiley & Sons, Elsevier e Taylor & Francis, e estará disponível também em todas os aplicativos Kindle para PC, Mac, iPad, iPod touch, iPhone, BlackBerry, Windows Phone e equipamentos que rodam Android.
Fonte: http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=64252
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Escrevendo no padrão Fuvest
Carlos Lordelo - Estadão.edu
Professores fazem raio X de texto considerado bom pela banca para ajudar candidatos no próximo exame da USP
O altruísmo e o pensamento a longo prazo ainda têm lugar no mundo contemporâneo? Responder a esta pergunta e impressionar bem a banca examinadora foi o desafio enfrentado pelos candidatos na prova de redação da última Fuvest. Para entender quais são as características de um texto bem avaliado, submetemos uma das redações que se destacaram no vestibular ao raio X de professores do Objetivo, Etapa, Anglo e Vértice (veja abaixo).
A redação analisada foi uma das 56 divulgadas pela fundação no fim de abril. “Esses candidatos escreveram textos com começo, meio e fim e deixaram seu traço autoral”, afirma a diretora executiva da Fuvest, Maria Thereza Fraga Rocco.
Para professores, o tema do ano passado não surpreendeu os candidatos. “Embora a palavra altruísmo provoque calafrios, o estudante reconhece, a partir da leitura dos textos de apoio, que terá de escrever sobre fraternidade, comportamento humano, assuntos discutidos em aula”, explica a docente do Etapa Simone da Motta.
Segundo Maria Aparecida Custódio, do Objetivo, o candidato pode estudar a partir das redações divulgadas. “Dá para identificar quais aspectos chamaram a atenção da banca.” Já Margareth Stockmann, do Vértice, recomenda a análise de temas já trabalhados pela Fuvest. “Eles se repetem. É importante fazer uma redação sobre o que caiu e submeter à avaliação de professores.”
A redação do candidato da Fuvest está em itálico. Em negrito, os comentários dos professores. Confira:
Altruísmo na Essência Humana
Os costumes, usos e valores da sociedade moderna têm sido contestados sob vários aspectos, levantando-se a questão da fragilidade dos laços interpessoais, inclusive os familiares, e do egoísmo generalizado nas ações cotidianas. Alguns acusam a contemporaneidade de “matar” os sentimentos de solidariedade e comunidade e, ainda segundo esse raciocínio, os planos e pensamentos a longo prazo foram substituídos pelo foco no superficial e no efêmero. Diante dessas constatações, surge o debate: Estaríamos nos tornando mais egoístas?
O título. Apesar de pouco criativo, revela a preocupação do autor em se posicionar diante do tema e já aponta para a tese que vai defender
A introdução. O candidato mostra que leu com atenção os textos de apoio e planejou como aproveitá-los na hora de apresentar os argumentos
Retórica. Pergunta bem elaborada serve para introduzir informações e complementar os argumentos que vinham sendo desenvolvidos
A pergunta só pode ser respondida se analisarmos a abnegação e a prudência como condição essencial no contexto da humanidade. Poderia-se dizer que “a cultura do sacrifício está morta”, mas quando ela esteve viva, em primeiro lugar? Argumenta-se que há exemplos históricos de personagens que, hoje, são retratados como herois ou santos por terem agido despretensiosamente em defesa do bem comum e da paz, como Madre Teresa de Calcutá e São Francisco de Assis. A princípio, porém, essas pessoas não seriam mitificadas se não fossem exceções e não faria muito sentido lutar pela paz onde ela já existe. Portanto, um maior número de ícones conhecidos pela grandeza de seus valores não significaria um sentimento generalizado de humanidade, mas, ao contrário, um ambiente conturbado e carente desses mesmos valores.
Contradição. Parece incorrer numa certa contradição ao denunciar a inexistência da cultura do sacrifício
Erros. No trecho acima, em vez de ‘Poderia-se’, seria mais correto usar ‘Poder-se-ia’ e ‘herois’ ficou sem acento. No fim do texto, houve equívoco na grafia de ‘por quê’. Deveria ser ‘porque’. E a expressão dia a dia perdeu o hífen
Original. Mostra que o altruísmo de São Francisco ou madre Teresa é exceção, pondo em dúvida a tese de que o mundo atual teria colocado fim à solidariedade. A reflexão foge da mesmice
Também se fala sobre uma sociedade atual com proposta mais individualizadora, baseada na troca rápida de informações e incentivo ao consumo, impedindo a profundidade do pensamento. No entanto, se o altruísmo e a solidariedade são de fato parte da natureza, deveriam se manifestar mesmo com o ambiente aparentemente contrário. Interessantemente, é o que acontece. O volume de doações para a caridade é crescente e exemplos de sacrifício em prol do próximo acontecem sempre, embora geralmente sejam mais noticiados em ocorrências de catástrofes ou conflitos - o que reforça que a humanidade, em essência, não mudou.
Reforço. Lança e consolida a tese da prevalência do altruísmo, refutando a existência de uma sociedade individualista
Amarração. Retoma o ambiente capitalista e globalizado do século 21 para mostrar que, apesar dele, existem manifestações altruístas
Cotidiano. O candidato lamenta que a bondade só seja noticiada em tragédias, pois as ações cotidianas, simples, é que revelam o altruísmo das pessoas
Mesmo hoje há grandes exemplos de altruísmo, embora pareçam sufocados nas mídias por amostras do contrário. É um erro, porém, pensar que a humanidade passou a agir dessa forma apenas nos últimos tempos. Mesmo por quê, os exemplos de abnegação e sacrifício ao longo da História não se concentram nos grandes acontecimentos, mas sim em casos particulares do dia-a-dia, sobressaindo no contexto geral.
Gran finale. Embora deixe a tese em segundo plano, aqui está o grande valor do texto: a forma de amarrar as ideias defendidas nos parágrafos anteriores
Fecho. Conclui o texto respondendo de modo implícito à pergunta feita no primeiro parágrafo
Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,escrevendo-no-padrao-fuvest,725926,0.htm
Professores fazem raio X de texto considerado bom pela banca para ajudar candidatos no próximo exame da USP
O altruísmo e o pensamento a longo prazo ainda têm lugar no mundo contemporâneo? Responder a esta pergunta e impressionar bem a banca examinadora foi o desafio enfrentado pelos candidatos na prova de redação da última Fuvest. Para entender quais são as características de um texto bem avaliado, submetemos uma das redações que se destacaram no vestibular ao raio X de professores do Objetivo, Etapa, Anglo e Vértice (veja abaixo).
A redação analisada foi uma das 56 divulgadas pela fundação no fim de abril. “Esses candidatos escreveram textos com começo, meio e fim e deixaram seu traço autoral”, afirma a diretora executiva da Fuvest, Maria Thereza Fraga Rocco.
Para professores, o tema do ano passado não surpreendeu os candidatos. “Embora a palavra altruísmo provoque calafrios, o estudante reconhece, a partir da leitura dos textos de apoio, que terá de escrever sobre fraternidade, comportamento humano, assuntos discutidos em aula”, explica a docente do Etapa Simone da Motta.
Segundo Maria Aparecida Custódio, do Objetivo, o candidato pode estudar a partir das redações divulgadas. “Dá para identificar quais aspectos chamaram a atenção da banca.” Já Margareth Stockmann, do Vértice, recomenda a análise de temas já trabalhados pela Fuvest. “Eles se repetem. É importante fazer uma redação sobre o que caiu e submeter à avaliação de professores.”
A redação do candidato da Fuvest está em itálico. Em negrito, os comentários dos professores. Confira:
Altruísmo na Essência Humana
Os costumes, usos e valores da sociedade moderna têm sido contestados sob vários aspectos, levantando-se a questão da fragilidade dos laços interpessoais, inclusive os familiares, e do egoísmo generalizado nas ações cotidianas. Alguns acusam a contemporaneidade de “matar” os sentimentos de solidariedade e comunidade e, ainda segundo esse raciocínio, os planos e pensamentos a longo prazo foram substituídos pelo foco no superficial e no efêmero. Diante dessas constatações, surge o debate: Estaríamos nos tornando mais egoístas?
O título. Apesar de pouco criativo, revela a preocupação do autor em se posicionar diante do tema e já aponta para a tese que vai defender
A introdução. O candidato mostra que leu com atenção os textos de apoio e planejou como aproveitá-los na hora de apresentar os argumentos
Retórica. Pergunta bem elaborada serve para introduzir informações e complementar os argumentos que vinham sendo desenvolvidos
A pergunta só pode ser respondida se analisarmos a abnegação e a prudência como condição essencial no contexto da humanidade. Poderia-se dizer que “a cultura do sacrifício está morta”, mas quando ela esteve viva, em primeiro lugar? Argumenta-se que há exemplos históricos de personagens que, hoje, são retratados como herois ou santos por terem agido despretensiosamente em defesa do bem comum e da paz, como Madre Teresa de Calcutá e São Francisco de Assis. A princípio, porém, essas pessoas não seriam mitificadas se não fossem exceções e não faria muito sentido lutar pela paz onde ela já existe. Portanto, um maior número de ícones conhecidos pela grandeza de seus valores não significaria um sentimento generalizado de humanidade, mas, ao contrário, um ambiente conturbado e carente desses mesmos valores.
Contradição. Parece incorrer numa certa contradição ao denunciar a inexistência da cultura do sacrifício
Erros. No trecho acima, em vez de ‘Poderia-se’, seria mais correto usar ‘Poder-se-ia’ e ‘herois’ ficou sem acento. No fim do texto, houve equívoco na grafia de ‘por quê’. Deveria ser ‘porque’. E a expressão dia a dia perdeu o hífen
Original. Mostra que o altruísmo de São Francisco ou madre Teresa é exceção, pondo em dúvida a tese de que o mundo atual teria colocado fim à solidariedade. A reflexão foge da mesmice
Também se fala sobre uma sociedade atual com proposta mais individualizadora, baseada na troca rápida de informações e incentivo ao consumo, impedindo a profundidade do pensamento. No entanto, se o altruísmo e a solidariedade são de fato parte da natureza, deveriam se manifestar mesmo com o ambiente aparentemente contrário. Interessantemente, é o que acontece. O volume de doações para a caridade é crescente e exemplos de sacrifício em prol do próximo acontecem sempre, embora geralmente sejam mais noticiados em ocorrências de catástrofes ou conflitos - o que reforça que a humanidade, em essência, não mudou.
Reforço. Lança e consolida a tese da prevalência do altruísmo, refutando a existência de uma sociedade individualista
Amarração. Retoma o ambiente capitalista e globalizado do século 21 para mostrar que, apesar dele, existem manifestações altruístas
Cotidiano. O candidato lamenta que a bondade só seja noticiada em tragédias, pois as ações cotidianas, simples, é que revelam o altruísmo das pessoas
Mesmo hoje há grandes exemplos de altruísmo, embora pareçam sufocados nas mídias por amostras do contrário. É um erro, porém, pensar que a humanidade passou a agir dessa forma apenas nos últimos tempos. Mesmo por quê, os exemplos de abnegação e sacrifício ao longo da História não se concentram nos grandes acontecimentos, mas sim em casos particulares do dia-a-dia, sobressaindo no contexto geral.
Gran finale. Embora deixe a tese em segundo plano, aqui está o grande valor do texto: a forma de amarrar as ideias defendidas nos parágrafos anteriores
Fecho. Conclui o texto respondendo de modo implícito à pergunta feita no primeiro parágrafo
Disponível em: http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,escrevendo-no-padrao-fuvest,725926,0.htm
domingo, 15 de maio de 2011
Discursos fragmentados
No ano passado trabalhei a fragmentação do discurso - presente na obra de diversos cineastas contemporâneos - com meus alunos do 9º ano e é muito legal perceber como eles encaram com naturalidade essa disposição dos fatos desvinculada do modo cartesiano como vemos o mundo (chamada não-linearidade), cuja marca mais visível é a fragmentação de um discurso que rompe com as sequencialidades de tempo, espaço, enredo, narrador etc. Talvez essa facilidade tenha a ver com o modo como eles veem a vida a partir de suas inter-relações via MSN. O que acham?
Sugestões de filmes para trabalhar a não-linearidade na escola (deve-se ver qual o mais adequado para a idade dos seus alunos!!): Ponto de vista (Forest Whitaker), Pulp-fiction (Tarantino), 21 gramas (Sean Penn), Babel (Brad Pitt), Amores Brutos (Gael García Bernal), A origem (Leo di Caprio), Efeito Borboleta (Ashton Kutcher), A cidade dos sonhos (David Lynch).... Vou acrescentar outros aqui conforme for me lembrando.
Sugestões de filmes para trabalhar a não-linearidade na escola (deve-se ver qual o mais adequado para a idade dos seus alunos!!): Ponto de vista (Forest Whitaker), Pulp-fiction (Tarantino), 21 gramas (Sean Penn), Babel (Brad Pitt), Amores Brutos (Gael García Bernal), A origem (Leo di Caprio), Efeito Borboleta (Ashton Kutcher), A cidade dos sonhos (David Lynch).... Vou acrescentar outros aqui conforme for me lembrando.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Museu Casa Guimarães Rosa
Site apresenta um tour virtual por Cordisburgo-MG, cidade natal do escritor.
Vale a pena entrar e conhecer. Você pode se deixar guiar ou ir clicando nas setas e outros símbolos amarelinhos que vão surgindo e fazer seu próprio percurso pelas ruas, vendas e outros cantos da cidade mineira. Imperdível!
Acesse o Museu Casa Guimarães Rosa
Vale a pena entrar e conhecer. Você pode se deixar guiar ou ir clicando nas setas e outros símbolos amarelinhos que vão surgindo e fazer seu próprio percurso pelas ruas, vendas e outros cantos da cidade mineira. Imperdível!
Acesse o Museu Casa Guimarães Rosa
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Ciclo de conferências sobre a Aprendizagem em Ambientes Virtuais
Ciclo de conferências sobre a Aprendizagem em Ambientes Virtuais, a Produção do Conhecimento e o Papel Social da Universidade na época das Redes Digitais – USP 2.0
Idealizado pela CTI – USP e pelo Centro de Pesquisa Atopos, o USP 2.0 pretende fomentar, no âmbito da Universidade de São Paulo, o debate e a reflexão acerca do significado e das dimensões qualitativas da adoção das tecnologias digitais de comunicação e informação na universidade, com a introdução da aprendizagem em ambientes virtuais, em cursos e disciplinas a distância e semipresenciais, a digitalização das bibliotecas, os atendimentos remotos, promovidos pela telemedicina, dentre outros.
O Ciclo consiste em uma série de conferências internacionais que acontecerão ao longo do ano. Além de Derrick de Kerckove, já estão confirmados Pierry Levy e Denise Kirkpatrick, da Open University, do Reino Unido. As conferências serão sempre acompanhadas de debates com professores da USP que, em diferentes unidades e em contextos diversos, estão empregando tecnologias digitais no ensino da graduação e da pós, na pesquisa e na extensão.
http://www.atopos.usp.br/
Abertura
‘Inteligência Conectiva e aprendizagem em rede’
Derrick de Kerckhove
Data: 29 de abril
Horário: das 13 às 19 horas
Local: Auditório da CTI-USP
Endereço: Coordenadoria de Tecnologia da Informação – CTI.
Av. Prof. Luciano Gualberto, tr. 3, nº51. Cidade Universitária.
(Enviado por Flor_do_lácio)
Idealizado pela CTI – USP e pelo Centro de Pesquisa Atopos, o USP 2.0 pretende fomentar, no âmbito da Universidade de São Paulo, o debate e a reflexão acerca do significado e das dimensões qualitativas da adoção das tecnologias digitais de comunicação e informação na universidade, com a introdução da aprendizagem em ambientes virtuais, em cursos e disciplinas a distância e semipresenciais, a digitalização das bibliotecas, os atendimentos remotos, promovidos pela telemedicina, dentre outros.
O Ciclo consiste em uma série de conferências internacionais que acontecerão ao longo do ano. Além de Derrick de Kerckove, já estão confirmados Pierry Levy e Denise Kirkpatrick, da Open University, do Reino Unido. As conferências serão sempre acompanhadas de debates com professores da USP que, em diferentes unidades e em contextos diversos, estão empregando tecnologias digitais no ensino da graduação e da pós, na pesquisa e na extensão.
http://www.atopos.usp.br/
Abertura
‘Inteligência Conectiva e aprendizagem em rede’
Derrick de Kerckhove
Data: 29 de abril
Horário: das 13 às 19 horas
Local: Auditório da CTI-USP
Endereço: Coordenadoria de Tecnologia da Informação – CTI.
Av. Prof. Luciano Gualberto, tr. 3, nº51. Cidade Universitária.
(Enviado por Flor_do_lácio)
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Como a tecnologia democratizou a educação: case MIT OpenCourseWare
"Este mês o MIT OpenCourseWare comemora dez anos. A iniciativa da Universidade de dar acesso gratuito ao seu conteúdo acadêmico de mais de 2.000 cursos – videoaulas, estudos, exercícios, provas, listas de leitura, cobertura de eventos e palestras foi o pontapé da democratização da educação através da tecnologia. Desde então, mais de 100 milhões de pessoas acessaram o MIT OpenCourseWare. E, em honra aos seus dez anos, aqui estão dez maneiras em que esta importante iniciativa mudou educação".
Leia a matéria completa em INOVADORES ESPM
Disponível em: http://www.inovadoresespm.com.br/2011/04/como-a-tecnologia-democratizou-a-educacao-case-mit-opencourseware/. Acesso em: 27 abr 2011
Leia a matéria completa em INOVADORES ESPM
Disponível em: http://www.inovadoresespm.com.br/2011/04/como-a-tecnologia-democratizou-a-educacao-case-mit-opencourseware/. Acesso em: 27 abr 2011
Unesp disponibiliza 50 livros digitais gratuitos
Em dez anos, universidade quer atingir 1.000 títulos inéditos
A Universidade Estadual Paulista (Unesp) lançou nesta quarta-feira 50 livros virtuais gratuitos. Os títulos, provenientes de uma parceria entre a Editora da Unesp e da Pró-Reitoria de Pós-Graduação (Propg), estão disponíveis no site da editora Cultura Acadêmica, vinculada à instituição (CLIQUE PARA ACESSAR).
Entre os títulos estão textos sobre história, letras, educação, psicologia, comunicação, música, geografia e urbanismo, teatro, política e ciências sociais, economia, arquitetura, filosofia, matemática e artes. É necessário fazer um cadastro para ter acesso às obras.
A coleção já contava com 44 obras, lançadas no ano passado. Desde então, foram feitos mais de 50.000 downloads, em um total de cerca de 205.000 acessos. A meta do projeto é publicar 1.000 títulos em dez anos, permitindo acesso à produção acadêmica da universidade.
Fonte: Revista Veja. Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/unesp-disponibiliza-50-livros-digitais-gratuitos. Acesso em: 27 abr 2011.
A Universidade Estadual Paulista (Unesp) lançou nesta quarta-feira 50 livros virtuais gratuitos. Os títulos, provenientes de uma parceria entre a Editora da Unesp e da Pró-Reitoria de Pós-Graduação (Propg), estão disponíveis no site da editora Cultura Acadêmica, vinculada à instituição (CLIQUE PARA ACESSAR).
Entre os títulos estão textos sobre história, letras, educação, psicologia, comunicação, música, geografia e urbanismo, teatro, política e ciências sociais, economia, arquitetura, filosofia, matemática e artes. É necessário fazer um cadastro para ter acesso às obras.
A coleção já contava com 44 obras, lançadas no ano passado. Desde então, foram feitos mais de 50.000 downloads, em um total de cerca de 205.000 acessos. A meta do projeto é publicar 1.000 títulos em dez anos, permitindo acesso à produção acadêmica da universidade.
Fonte: Revista Veja. Disponível em: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/unesp-disponibiliza-50-livros-digitais-gratuitos. Acesso em: 27 abr 2011.
As melhores redações da FUVEST
(Contribuição do Luiz Carlos, do Grupo Flor do Lácio)
A Fuvest divulgou nesta semana 56 das melhores redações do seu último vestibular.
Elas podem ser acessadas em: http://www.fuvest.br/vest2011/bestred/bestred.html
A proposta de redação, aplicada em 9/1/2011, também pode ser consultada em: http://www.fuvest.br/vest2011/provas/fuv2011_2fase_dia1.pdf
A Fuvest divulgou nesta semana 56 das melhores redações do seu último vestibular.
Elas podem ser acessadas em: http://www.fuvest.br/vest2011/bestred/bestred.html
A proposta de redação, aplicada em 9/1/2011, também pode ser consultada em: http://www.fuvest.br/vest2011/provas/fuv2011_2fase_dia1.pdf
terça-feira, 26 de abril de 2011
Professor na rede
Avatar de professor
Docentes do ensino médio criam perfis em redes sociais e atualizam blogs para ajudar estudantes e criar laços para além da sala de aula.
Para ler a versão integral da matéria publicada no Estadão de 25 abr de 2011,
Docentes do ensino médio criam perfis em redes sociais e atualizam blogs para ajudar estudantes e criar laços para além da sala de aula.
Para ler a versão integral da matéria publicada no Estadão de 25 abr de 2011,
CLIQUE AQUI
quarta-feira, 13 de abril de 2011
A história da educação paulista
Fonte: O Estado de S. Paulo - 10 abr 2011
Um pouco da história do sistema de ensino paulista agora está também na internet. O site temático Memória da Educação, que conta com parte do acervo do Arquivo Público do Estado, foi abastecido com documentos inéditos dos municípios de Campinas, Araraquara, Casa Branca, Guaratinguetá e Santa Cruz do Rio Pardo. São, principalmente, fotografias e relatórios. Ao todo, a página tem 25 mil documentos digitalizados - ou 90 metros lineares.
O Memória da Educação (CLIQUE PARA ACESSAR) é a primeira experiência neste formato do arquivo estadual, utilizando diferentes acervos para tratar de um mesmo tema. O documento mais antigo disponível no site é de 1842. Já o mais "recente" data de 1945.
Leia a matéria na íntegra: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110410/not_imp704196,0.php
Um pouco da história do sistema de ensino paulista agora está também na internet. O site temático Memória da Educação, que conta com parte do acervo do Arquivo Público do Estado, foi abastecido com documentos inéditos dos municípios de Campinas, Araraquara, Casa Branca, Guaratinguetá e Santa Cruz do Rio Pardo. São, principalmente, fotografias e relatórios. Ao todo, a página tem 25 mil documentos digitalizados - ou 90 metros lineares.
O Memória da Educação (CLIQUE PARA ACESSAR) é a primeira experiência neste formato do arquivo estadual, utilizando diferentes acervos para tratar de um mesmo tema. O documento mais antigo disponível no site é de 1842. Já o mais "recente" data de 1945.
Leia a matéria na íntegra: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110410/not_imp704196,0.php
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Portal dá acesso às coleções Educadores e História da África
Estão disponíveis para download as coleções Educadores, com 62 títulos, e a Coleção História Geral da África, com oito volumes.
Acesse o Portal Domínio Público e busque as obras pelo título.
Para ler esta matéria na íntegra, acesse a página Educação do MEC.
Acesse o Portal Domínio Público e busque as obras pelo título.
Para ler esta matéria na íntegra, acesse a página Educação do MEC.
Reuniões Pedagógicas
Matéria da Revista Escola tenta explicar por que muitas vezes as reuniões pedagógicas são um "saco".
Acesse:
Acesse:
7 pecados da reunião pedagógica
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Livros para download
O Blog Midia8 lista 242 livros sobre redes sociais, comunicação e web 2.0 para download, entre eles: O que é o virtual? (Pierre Lévy), Redes sociais na internet (Raquel Recuero), Comunicação e mobilidade (André Lemos), Blogs.com: estudos sobre blogs (org. Raquel Recuero, Adriana Amaral e Sandra Montardo) e muitos mais, em português, inglês e espanhol.
Acesse a lista em: http://www.blogmidia8.com/p/biblioteca-virtual.html
E acompanhe o blog em: http://www.blogmidia8.com/
Acesse a lista em: http://www.blogmidia8.com/p/biblioteca-virtual.html
E acompanhe o blog em: http://www.blogmidia8.com/
Congresso estuda Redes Sociais aplicadas à educação
Primeiro post do ano????? E o pior é que fiquei bastante surpresa ao descobrir isso... Trabalho, trabalho, trabalho e vida acadêmica em 5º plano... Mas isso vai acabar, prometo! E começo o ano com a notícia de um bom congresso sobre tecnologia e educação. Fique de olho!
Congresso no dia 25 de março, em São Paulo, apresentará possibilidades entre educação e redes sociais.
A ABC Branding realizará, no dia 25 de março, o Congresso People.Net in Education, no auditório da Universidade Anhembi Morumbi. O objetivo é discutir e aprofundar os estudos das redes sociais em relação à educação. Entre os palestrantes está João Mattar, membro da ABED (Associação Brasileira de Educação a Distância), que ministrará a palestra "Redes Sociais na Educação à Distância". Já Martha Cruz Gabriel, diretora de tecnologia da New Media Developers, discutirá sobre "As Redes Sociais e o Impacto na Educação".
"O ensino à distância está deixando de ser uma reprodução do presencial para adquirir uma identidade própria, em que o aluno pode opinar e ajudar a criar o seu próprio conhecimento", explica um dos idealizadores do congresso, Marcos Fortes.
O Congresso contará também com um representante internacional, o colombiano Diego Leal, falando sobre "Conectivismo: A Nova Teoria da Aprendizagem". Com quase 20 anos na utilização das TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) na educação, realizou parte dos grandes projetos a nível governamental na Colômbia e em diversos países.
Fonte: Proxxima News 11.fev.11
VISITE O SITE DO CONGRESSO: http://www.congressoredesocial.com.br/
Congresso no dia 25 de março, em São Paulo, apresentará possibilidades entre educação e redes sociais.
A ABC Branding realizará, no dia 25 de março, o Congresso People.Net in Education, no auditório da Universidade Anhembi Morumbi. O objetivo é discutir e aprofundar os estudos das redes sociais em relação à educação. Entre os palestrantes está João Mattar, membro da ABED (Associação Brasileira de Educação a Distância), que ministrará a palestra "Redes Sociais na Educação à Distância". Já Martha Cruz Gabriel, diretora de tecnologia da New Media Developers, discutirá sobre "As Redes Sociais e o Impacto na Educação".
"O ensino à distância está deixando de ser uma reprodução do presencial para adquirir uma identidade própria, em que o aluno pode opinar e ajudar a criar o seu próprio conhecimento", explica um dos idealizadores do congresso, Marcos Fortes.
O Congresso contará também com um representante internacional, o colombiano Diego Leal, falando sobre "Conectivismo: A Nova Teoria da Aprendizagem". Com quase 20 anos na utilização das TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) na educação, realizou parte dos grandes projetos a nível governamental na Colômbia e em diversos países.
Fonte: Proxxima News 11.fev.11
VISITE O SITE DO CONGRESSO: http://www.congressoredesocial.com.br/
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Resultados PISA 2009
Pisa 2009: Meninas brasileiras superam meninos em leitura, mas perdem em matemática e ciências
Rafael Targino
Em São Paulo
As meninas brasileiras superaram os meninos nas provas de leitura do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) 2009, segundo relatório divulgado na terça-feira (7) pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). As notas médias delas foram 29 pontos maiores que as deles.
Texto integral e gráficos estão disponíveis no Educação UOL
Rafael Targino
Em São Paulo
As meninas brasileiras superaram os meninos nas provas de leitura do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) 2009, segundo relatório divulgado na terça-feira (7) pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). As notas médias delas foram 29 pontos maiores que as deles.
Texto integral e gráficos estão disponíveis no Educação UOL
II Simpósio Livros e Literaturas da América Indígena
PROGRAMA
De ´counterfeit paradise´ a ´cosmic zygote´: os extremos
americanos da Amazônia
Gordon Brotherston, The University of Manchester, Inglaterra
Como e por que 'quebrar' um texto indígena
Sérgio Medeiros, Universidade Federal de Santa Catarina
Andes e Amazônia através do Manuscrito de Huarochirí
Cristiana Bertazoni, Museu de Arqueologia e Etnologia, USP
As huacas e as idades do mundo na cosmogonia andina.
Comparações iniciais entre o Manuscrito de Huarochirí e a Nueva
corónica y buen gobierno
Eduardo Natalino dos Santos, Departamento de História, USP
7 de dezembro de 2010
às 14 horas
Local: Sala de vídeo do Departamento de História (FFLCH/USP)
Av. Prof. Lineu Prestes, 338 – Cidade Universitária
São Paulo – SP
Organização: Centro de Estudos Mesoamericanos e Andinos da USP
Programa: www.usp.br/cema
De ´counterfeit paradise´ a ´cosmic zygote´: os extremos
americanos da Amazônia
Gordon Brotherston, The University of Manchester, Inglaterra
Como e por que 'quebrar' um texto indígena
Sérgio Medeiros, Universidade Federal de Santa Catarina
Andes e Amazônia através do Manuscrito de Huarochirí
Cristiana Bertazoni, Museu de Arqueologia e Etnologia, USP
As huacas e as idades do mundo na cosmogonia andina.
Comparações iniciais entre o Manuscrito de Huarochirí e a Nueva
corónica y buen gobierno
Eduardo Natalino dos Santos, Departamento de História, USP
7 de dezembro de 2010
às 14 horas
Local: Sala de vídeo do Departamento de História (FFLCH/USP)
Av. Prof. Lineu Prestes, 338 – Cidade Universitária
São Paulo – SP
Organização: Centro de Estudos Mesoamericanos e Andinos da USP
Programa: www.usp.br/cema
ABC Kids
Site voltado para o público infantil e para pais e professores. Há material diversificado, como artigos, contos, fábulas, curiosidades.
Mais uma opção para quem procura textos curtos para preparar provas e atividades.
Vale a visita: www.abckids.com.br/
Mais uma opção para quem procura textos curtos para preparar provas e atividades.
Vale a visita: www.abckids.com.br/
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Língua Portuguesa - O papel do idioma na escola
Infelizmente, o conteúdo integral é restrito aos assinantes da Revista Língua Portuguesa e do UOL, mas o link abaixo dá uma prévia desta boa discussão. Se você for assinante, vale a leitura,
Acesse: Língua Portuguesa - O papel do idioma na escola
Acesse: Língua Portuguesa - O papel do idioma na escola
domingo, 14 de novembro de 2010
Videojogos, neurojogos
Divulgação.
Psicólogos americanos concluíram que os videogames de ação podem trazer benefícios cognitivos para os usuários e estimular a aprendizagem. Roberto Lent discute os resultados surpreendentes desse estudo e defende o uso desses jogos na educação.
Para ler a matéria na íntegra, acesse: CIÊNCIA HOJE
Psicólogos americanos concluíram que os videogames de ação podem trazer benefícios cognitivos para os usuários e estimular a aprendizagem. Roberto Lent discute os resultados surpreendentes desse estudo e defende o uso desses jogos na educação.
Para ler a matéria na íntegra, acesse: CIÊNCIA HOJE
A Língua Portuguesa em sala de aula
Divulgação
A ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE LÍNGUA E LITERATURA (APLL) promoverá, entre os dias 13 e 15 de dezembro, oficinas para professores de língua portuguesa e interessados em geral cujo tema é A LÍNGUA PORTUGUESA EM SALA DE AULA.
As oficinas objetivam oferecer aos professores de língua portuguesa novos caminhos para o trabalho com a gramática e com o texto em sala de aula.
Programação
- dia 13/12/2010 (segunda-feira)
14h às 18h - Ensino de gramática na escola
Profa. Dra. Maria Elizabeth Leuba Salum
- dia 14/12/2010 (terça-feira)
14h às 16h - Gêneros e ensino de língua materna
Profa. Dra. Norma Seltzer Goldstein
16h às 18h - O poema na sala de aula (grupo1)
Profa. Dra. Ana Elvira Luciano Gebara
16h às 18h - A notícia e a reportagem na sala de aula (grupo 2)
Profa. Dra. Norma Seltzer Goldstein
- dia 15/12/2010 (quarta-feira)
14h às 17h - Comunicação oral: linguagem verbal, corporal e recursos audiovisuais
Profa. Dra. Maria Helena da Nóbrega
17h às 18h - Produção textual e ensino - o contributo da relação fala-escrita
Profa. Dra. Zilda Gaspar Oliveira de Aquino
Organização
Diretoria da APLL: Profa. Dra. Elis de Almeida Cardoso, Profa. Dra. Beatriz Daruj Gil, Profa. Dra. Rosane de Sá Amado
Local: Av. Luciano Gualberto, 403, sala 266, Prédio de Letras, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo
Número de vagas: 60 vagas
Informações: apll@usp.br
A inscrição dará direito a certificado (12 horas) e associação por um ano na APLL.
A ASSOCIAÇÃO DOS PROFESSORES DE LÍNGUA E LITERATURA (APLL) promoverá, entre os dias 13 e 15 de dezembro, oficinas para professores de língua portuguesa e interessados em geral cujo tema é A LÍNGUA PORTUGUESA EM SALA DE AULA.
As oficinas objetivam oferecer aos professores de língua portuguesa novos caminhos para o trabalho com a gramática e com o texto em sala de aula.
Programação
- dia 13/12/2010 (segunda-feira)
14h às 18h - Ensino de gramática na escola
Profa. Dra. Maria Elizabeth Leuba Salum
- dia 14/12/2010 (terça-feira)
14h às 16h - Gêneros e ensino de língua materna
Profa. Dra. Norma Seltzer Goldstein
16h às 18h - O poema na sala de aula (grupo1)
Profa. Dra. Ana Elvira Luciano Gebara
16h às 18h - A notícia e a reportagem na sala de aula (grupo 2)
Profa. Dra. Norma Seltzer Goldstein
- dia 15/12/2010 (quarta-feira)
14h às 17h - Comunicação oral: linguagem verbal, corporal e recursos audiovisuais
Profa. Dra. Maria Helena da Nóbrega
17h às 18h - Produção textual e ensino - o contributo da relação fala-escrita
Profa. Dra. Zilda Gaspar Oliveira de Aquino
Organização
Diretoria da APLL: Profa. Dra. Elis de Almeida Cardoso, Profa. Dra. Beatriz Daruj Gil, Profa. Dra. Rosane de Sá Amado
Local: Av. Luciano Gualberto, 403, sala 266, Prédio de Letras, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo
Número de vagas: 60 vagas
Informações: apll@usp.br
A inscrição dará direito a certificado (12 horas) e associação por um ano na APLL.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Memória da Educação
“Memória da Educação” é um site direcionado a pesquisadores e interessados nos documentos sobre a história da educação nos séculos XIX e XX que integram o acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo. São disponibilizados relatórios, dados estatísticos, instruções pedagógicas, revistas, trabalhos escolares, ou seja, uma multiplicidade de tipos documentais que permitem uma aproximação do pesquisador com a complexidade dessa temática.
Acesse:
Acesse:
Memória da Educação
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Novas tecnologias na sala de aula
Folha de S.Paulo, 29 de outubro de 2010
Objetivo é unir ensino e diversão
Luciano Grudtner Buratto
Novas ferramentas integram pedagogia e tecnologia, mas seu uso ainda não é acessível a todos.O burburinho domina a sala de aula.
Em netbooks, alunos do primeiro ano do ensino fundamental comandam animais em uma floresta virtual e compartilham suas descobertas com colegas e com a professora. Ao final da brincadeira, narram em redações as peripécias de seus bichos preferidos. Os textos, depois reunidos em um livro, serão lançados na escola, com direito a noite de autógrafos. A atividade de redação em um colégio da capital paulista, descrita acima, ilustra como tecnologia e pedagogia podem ser integradas a fim de tornar o ensino mais efetivo e divertido.
Além de computador e internet, tecnologias mais recentes, como lousas digitais, estão mudando as feições da velha sala de aula, resquício da Revolução Industrial em um mundo pós- industrial. Algumas instituições chegam a investir 4% de seu orçamento em tecnologia, valor repassado para os pais na cobrança da mensalidade.
DESAFIOS
Esses avanços impõem dois grandes desafios para a educação brasileira: a disseminação dessas tecnologias e a capacitação de professores para seu correto uso. O caminho é longo, e novidades como votadores, mesas digitais, realidade aumentada e aulas em 3D ainda estão em grande parte restritas às instituições de ensino fundamental e médio da rede particular e às faculdades.
Segundo o último censo do Ministério da Educação, apenas 49% das escolas públicas de ensino fundamental possuem computadores e só 33% têm acesso à internet. No ensino médio a situação melhora: 97% têm micros e 89% estão conectadas. O uso de computadores e de novos recursos não se traduz em melhoria automática na educação -e isso vale do ensino infantil à universidade, dizem especialistas. É preciso ter um professor preparado para usar as novas ferramentas, que incluem sistemas integrados de informática, que unem aulas preparadas por todos os docentes, e até corretores automáticos de testes.
A Folha conversou com pesquisadores e produtores de tecnologia e consultou 32 instituições de ensino. O resultado é um panorama da tecnologia educacional no Brasil e como ela pode ser usada para atrair o "tecnoaluno" que está chegando às salas de aula.
Lousa e mesa ganham novo papel
Objetos tradicionais aparecem em versões digitais e facilitam a interatividade na sala de aula.
Os tradicionais giz e lousa estão dando lugar a versões eletrônicas. As novidades incluem lousa e mesa digitais e mouse remoto. Em Taboão da Serra (Grande SP) todas as escolas municipais instalaram lousas digitais. No Miguel de Cervantes, no Morumbi, todas as salas possuem lousas eletrônicas e o giz foi aposentado de vez.
Sintomático do aquecimento do setor, a HetchTech, única fabricante nacional do equipamento, vendeu cerca de mil unidades em 2009 e espera dobrar esse número neste ano e em 2011. Seu uso não é unanimidade porque alguns especialistas na área de tecnologia educacional afirmam que a lousa digital estimula o método tradicional de ensino, em que todos devem prestar atenção ao professor, apesar da maior interatividade.
Em sintonia com as novas tendências, o mouse remoto se mostra mais eficaz, pois facilita a locomoção do professor pela sala de aula. Moisés Zylberstain, coordenador de tecnologia educacional do colégio Santa Cruz, em Alto de Pinheiros, diz acreditar que o maior ganho já havia sido obtido com a dupla computador-projetor. "Isso obrigou os professores a planejar melhor as aulas e facilitou o uso de ferramentas multimídia."
Para Zylberstain, um sistema híbrido (uma metade da lousa convencional e a outra, digital) parece mais eficaz. Já as mesas educacionais têm sofrido menos críticas. Ao unir elementos concretos e abstratos de forma lúdica, o método facilita o aprendizado no ensino fundamental. Na escola estadual Aparecido Garcia, em Jundiaí, a mesa é usada em português e matemática. A escola, que tinha em 2003 um dos piores índices no Ideb, melhorou e se tornou referência. "Não é a tecnologia, mas as novas pedagogias que vêm em sua esteira que melhoram o aprendizado", diz Betina von Staa, coordenadora de pesquisa em tecnologia educacional do Positivo, produtor das mesas. (LGB)
Rede social própria incentiva estudo
Andrea Maciel
Escola passa tarefas por meio de comunidade virtual, mas uso de Orkut, Twitter e Facebook ainda é polêmico
Quem tem filhos e internet sabe: em vez de fazer as tarefas, as crianças chegam da escola e vão acessar sites como Orkut e Facebook. Alguns educadores usam esse interesse dos alunos a favor do aprendizado. Uma das experiências ocorreu em Lavras (MG), onde uma escola passou a usar as redes sociais como ferramenta. Cada turma do Centro Educacional NDE ganhou rede social própria, na qual o professor passa lições de casa, faz chats e envia arquivos. Só quem participa da comunidade acessa o conteúdo. Por causa das aulas virtuais, a participação dos alunos em sala aumentou.
"Eles se interessam mais. Internet é o mundo deles", diz a professora Karla Emanuella Pinto, que implantou o projeto. Mas o uso das redes sociais abertas como instrumento pedagógico, já presente em algumas escolas de São Paulo, ainda é muito discutido. Uma das preocupações de pais e educadores é que, em sites abertos a todos, o aluno fica exposto a pedofilia e a conteúdo impróprio.
Para Claudemir Viana, doutor em comunicação pela USP, isso não impede que redes abertas sejam usadas pelas escolas. "Elas devem ser utilizadas justamente para educar crianças e jovens a estar na web com segurança e responsabilidade." Viana é gestor da rede social Minha Terra, que reúne mais de 10 mil professores e alunos e publica dicas para o uso pedagógico da internet.
Objetivo é unir ensino e diversão
Luciano Grudtner Buratto
Novas ferramentas integram pedagogia e tecnologia, mas seu uso ainda não é acessível a todos.O burburinho domina a sala de aula.
Em netbooks, alunos do primeiro ano do ensino fundamental comandam animais em uma floresta virtual e compartilham suas descobertas com colegas e com a professora. Ao final da brincadeira, narram em redações as peripécias de seus bichos preferidos. Os textos, depois reunidos em um livro, serão lançados na escola, com direito a noite de autógrafos. A atividade de redação em um colégio da capital paulista, descrita acima, ilustra como tecnologia e pedagogia podem ser integradas a fim de tornar o ensino mais efetivo e divertido.
Além de computador e internet, tecnologias mais recentes, como lousas digitais, estão mudando as feições da velha sala de aula, resquício da Revolução Industrial em um mundo pós- industrial. Algumas instituições chegam a investir 4% de seu orçamento em tecnologia, valor repassado para os pais na cobrança da mensalidade.
DESAFIOS
Esses avanços impõem dois grandes desafios para a educação brasileira: a disseminação dessas tecnologias e a capacitação de professores para seu correto uso. O caminho é longo, e novidades como votadores, mesas digitais, realidade aumentada e aulas em 3D ainda estão em grande parte restritas às instituições de ensino fundamental e médio da rede particular e às faculdades.
Segundo o último censo do Ministério da Educação, apenas 49% das escolas públicas de ensino fundamental possuem computadores e só 33% têm acesso à internet. No ensino médio a situação melhora: 97% têm micros e 89% estão conectadas. O uso de computadores e de novos recursos não se traduz em melhoria automática na educação -e isso vale do ensino infantil à universidade, dizem especialistas. É preciso ter um professor preparado para usar as novas ferramentas, que incluem sistemas integrados de informática, que unem aulas preparadas por todos os docentes, e até corretores automáticos de testes.
A Folha conversou com pesquisadores e produtores de tecnologia e consultou 32 instituições de ensino. O resultado é um panorama da tecnologia educacional no Brasil e como ela pode ser usada para atrair o "tecnoaluno" que está chegando às salas de aula.
Lousa e mesa ganham novo papel
Objetos tradicionais aparecem em versões digitais e facilitam a interatividade na sala de aula.
Os tradicionais giz e lousa estão dando lugar a versões eletrônicas. As novidades incluem lousa e mesa digitais e mouse remoto. Em Taboão da Serra (Grande SP) todas as escolas municipais instalaram lousas digitais. No Miguel de Cervantes, no Morumbi, todas as salas possuem lousas eletrônicas e o giz foi aposentado de vez.
Sintomático do aquecimento do setor, a HetchTech, única fabricante nacional do equipamento, vendeu cerca de mil unidades em 2009 e espera dobrar esse número neste ano e em 2011. Seu uso não é unanimidade porque alguns especialistas na área de tecnologia educacional afirmam que a lousa digital estimula o método tradicional de ensino, em que todos devem prestar atenção ao professor, apesar da maior interatividade.
Em sintonia com as novas tendências, o mouse remoto se mostra mais eficaz, pois facilita a locomoção do professor pela sala de aula. Moisés Zylberstain, coordenador de tecnologia educacional do colégio Santa Cruz, em Alto de Pinheiros, diz acreditar que o maior ganho já havia sido obtido com a dupla computador-projetor. "Isso obrigou os professores a planejar melhor as aulas e facilitou o uso de ferramentas multimídia."
Para Zylberstain, um sistema híbrido (uma metade da lousa convencional e a outra, digital) parece mais eficaz. Já as mesas educacionais têm sofrido menos críticas. Ao unir elementos concretos e abstratos de forma lúdica, o método facilita o aprendizado no ensino fundamental. Na escola estadual Aparecido Garcia, em Jundiaí, a mesa é usada em português e matemática. A escola, que tinha em 2003 um dos piores índices no Ideb, melhorou e se tornou referência. "Não é a tecnologia, mas as novas pedagogias que vêm em sua esteira que melhoram o aprendizado", diz Betina von Staa, coordenadora de pesquisa em tecnologia educacional do Positivo, produtor das mesas. (LGB)
Rede social própria incentiva estudo
Andrea Maciel
Escola passa tarefas por meio de comunidade virtual, mas uso de Orkut, Twitter e Facebook ainda é polêmico
Quem tem filhos e internet sabe: em vez de fazer as tarefas, as crianças chegam da escola e vão acessar sites como Orkut e Facebook. Alguns educadores usam esse interesse dos alunos a favor do aprendizado. Uma das experiências ocorreu em Lavras (MG), onde uma escola passou a usar as redes sociais como ferramenta. Cada turma do Centro Educacional NDE ganhou rede social própria, na qual o professor passa lições de casa, faz chats e envia arquivos. Só quem participa da comunidade acessa o conteúdo. Por causa das aulas virtuais, a participação dos alunos em sala aumentou.
"Eles se interessam mais. Internet é o mundo deles", diz a professora Karla Emanuella Pinto, que implantou o projeto. Mas o uso das redes sociais abertas como instrumento pedagógico, já presente em algumas escolas de São Paulo, ainda é muito discutido. Uma das preocupações de pais e educadores é que, em sites abertos a todos, o aluno fica exposto a pedofilia e a conteúdo impróprio.
Para Claudemir Viana, doutor em comunicação pela USP, isso não impede que redes abertas sejam usadas pelas escolas. "Elas devem ser utilizadas justamente para educar crianças e jovens a estar na web com segurança e responsabilidade." Viana é gestor da rede social Minha Terra, que reúne mais de 10 mil professores e alunos e publica dicas para o uso pedagógico da internet.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Uso de tecnologia ainda é desafio para professor
Do Estadão.
O uso de novas tecnologias na sala de aula, pouco a pouco, vai ganhando espaço na rotina pedagógica, mas educadores acreditam que a consolidação desse tipo de mudança ainda depende de muito esforço por parte dos professores.
Leia a íntegra da matéria de Lais Cattassini, do Jornal da Tarde, CLICANDO AQUI.
O uso de novas tecnologias na sala de aula, pouco a pouco, vai ganhando espaço na rotina pedagógica, mas educadores acreditam que a consolidação desse tipo de mudança ainda depende de muito esforço por parte dos professores.
Leia a íntegra da matéria de Lais Cattassini, do Jornal da Tarde, CLICANDO AQUI.
O livro didático em tempos de mídias digitais
Rumo aos novos letramentos
Referência nos estudos de linguagem e na análise do livro didático, pesquisadora da Unicamp crê que está na hora de ampliar a oferta de materiais para uso em sala de aula
Em tempos de mídias digitais, o processo de letramento não deve mais restringir-se apenas aos impressos, diz a professora Roxane Rojo, do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade de Campinas e coordenadora do projeto de pesquisa "Multiletramentos e abordagem da diversidade cultural no ensino de língua materna. O papel dos materiais didáticos".
Apesar dessa restrição, a especialista, que participou da institucionalização do processo de avaliação dos livros didáticos ocorrido a partir da segunda metade dos anos 90, vê um processo de evolução dos materiais à disposição do professor que tem a missão de alfabetizar na escola contemporânea.
Revista Educação nº 161. Leia íntegra da entrevista CLICANDO AQUI.
Referência nos estudos de linguagem e na análise do livro didático, pesquisadora da Unicamp crê que está na hora de ampliar a oferta de materiais para uso em sala de aula
Em tempos de mídias digitais, o processo de letramento não deve mais restringir-se apenas aos impressos, diz a professora Roxane Rojo, do Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade de Campinas e coordenadora do projeto de pesquisa "Multiletramentos e abordagem da diversidade cultural no ensino de língua materna. O papel dos materiais didáticos".
Apesar dessa restrição, a especialista, que participou da institucionalização do processo de avaliação dos livros didáticos ocorrido a partir da segunda metade dos anos 90, vê um processo de evolução dos materiais à disposição do professor que tem a missão de alfabetizar na escola contemporânea.
Revista Educação nº 161. Leia íntegra da entrevista CLICANDO AQUI.
Twitter na sala de aula
Twitter chega à sala de aula como ferramenta para aprender técnica literária
Escola usa regra básica do microblog, o limite de 140 caracteres por mensagem, para que alunos desenvolvam narrativa e concisão em minicontos
"O telefone tocou. Seria ele? O que ele queria? Ela já não havia dito que era o fim? Ela atendeu o telefone. Não era ele, era pior." Em apenas 140 caracteres, o permitido para cada post no microblog Twitter, adolescentes aprenderam, em sala de aula, a usar a rede social como plataforma para contar pequenas histórias como essa.
Leia a íntegra da matéria de Lais Cattassini, do Jornal da Tarde, publicada no Estadão de hoje CLICANDO AQUI.
Escola usa regra básica do microblog, o limite de 140 caracteres por mensagem, para que alunos desenvolvam narrativa e concisão em minicontos
"O telefone tocou. Seria ele? O que ele queria? Ela já não havia dito que era o fim? Ela atendeu o telefone. Não era ele, era pior." Em apenas 140 caracteres, o permitido para cada post no microblog Twitter, adolescentes aprenderam, em sala de aula, a usar a rede social como plataforma para contar pequenas histórias como essa.
Leia a íntegra da matéria de Lais Cattassini, do Jornal da Tarde, publicada no Estadão de hoje CLICANDO AQUI.
domingo, 17 de outubro de 2010
Exposição - arte e tecnologia
LIFE ON LINE OF LIFE - de 18/10 a 31/10
Na Galeria Olido - GRÁTIS
Avenida São João, 473
Telefones: 3331-8399 ou 3397-0171
A exposição oferece a oportunidade ao público de interagir com trabalhos de arte contemporânea de vanguarda feitos pela brasileira Martha Gabriel, artista premiada na Bienal de Florença (Itália); com performances internacionais; com a mostra paralela de arte e tecnologia desenvolvida por universitários da Universidade Anhembi-Morumbi; e com dois painéis de discussão reunindo artistas de outros países.
Idealização e desenvolvimento: Sabrina Nudeliman.
Curadoria: Martha Gabriel.
Co-curadoria: Junia Meirelles, Delmar Galisi, José M. Neto.
Produção: Andrea Borrotchin.
LEIA MATÉRIA SOBRE A EXPOSIÇÃO EM:
'Life on Line of Life' propõe uma arte de vanguarda
Na Galeria Olido - GRÁTIS
Avenida São João, 473
Telefones: 3331-8399 ou 3397-0171
A exposição oferece a oportunidade ao público de interagir com trabalhos de arte contemporânea de vanguarda feitos pela brasileira Martha Gabriel, artista premiada na Bienal de Florença (Itália); com performances internacionais; com a mostra paralela de arte e tecnologia desenvolvida por universitários da Universidade Anhembi-Morumbi; e com dois painéis de discussão reunindo artistas de outros países.
Idealização e desenvolvimento: Sabrina Nudeliman.
Curadoria: Martha Gabriel.
Co-curadoria: Junia Meirelles, Delmar Galisi, José M. Neto.
Produção: Andrea Borrotchin.
LEIA MATÉRIA SOBRE A EXPOSIÇÃO EM:
'Life on Line of Life' propõe uma arte de vanguarda
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Celular: Inimigo ou aliado?
Após 3 dias de estudo do meio - e compras!! - com meus alunos em Tiradentes-MG, começo a semana nesta 5a feira com um projeto de leitura para o 8º ano, o "Ler é legal", uma experiência em que a autonomia pretende andar ao lado da responsabilidade. Vamos ver no que dá, logo mais publico os primeiros resultados.
E por falar em resultados, hoje conversei com a simpaticíssima repórter Marina Azaredo (que, como eu, ainda acredita ser possível melhorar o mundo - dá-lhe, Marina!!), da revista Educar para Crescer, sobre meu trabalho com o uso do celular na escola.
Leia os principais pontos da nossa conversa AQUI.
E por falar em resultados, hoje conversei com a simpaticíssima repórter Marina Azaredo (que, como eu, ainda acredita ser possível melhorar o mundo - dá-lhe, Marina!!), da revista Educar para Crescer, sobre meu trabalho com o uso do celular na escola.
Leia os principais pontos da nossa conversa AQUI.
domingo, 12 de setembro de 2010
2o SEMINÁRIO A SOCIEDADE EM REDE E A EDUCAÇÃO
É preciso inscrever-se para participar. Estarei lá em alguns horários possíveis e vou tentar twittar o evento. O texto abaixo é de divulgação. Maiores informações no site da Rede Vivo Educação.
CONCEITO
O 2o Seminário será uma nova e mais intensa oportunidade de conversar sobre as exigências de uma nova educação para uma nova sociedade (a sociedade em rede).
Terá um formato inovador, ouvindo especialistas-chave, promovendo um inédito festival de educação inovadora, abrindo espaço para as pessoas poderem conversar sobre os temas de sua escolha, estimulando a elaboração coletiva de projetos de educação inovadora (aprendizagem em rede).
OBJETIVOS DO SEMINÁRIO
- Difundir o conectivismo como nova teoria da aprendizagem compatível com a sociedade em rede.
- Continuar investindo na formação de sistemas sócio-educativos – comunidades de aprendizagem em rede.
- Construir um caminho próprio de abordagem do tema e de investimento socialmente responsável, alçando vôo (sem se contrapor diretamente) sobre o terreno já muito pisado pelas instituições e programas que ainda entendem a educação a partir do tripé escola-ensino-professor.
- Criar pontes com os inovadores em educação e incentivar os seus esforços.
FORMATO
Será realizado simultânea e integradamente em diversas cidades brasileiras, sob o formato de interação distribuída compondo um Hub em São Paulo e Arenas as demais cidades.
Os escritórios da Vivo em todo o Brasil abrirão suas portas para receber os grupos locais, e você também poderá abrir as portas de sua casa, da escola, de empresas, de ONGs para serem Arenas, basta criar um tópico aqui abaixo no Fórum de Discussão sob Título ARENA (CIDADE/ESTADO), e articular para que as pessoas de sua cidade/estado se conectem.
As pessoas interessadas em articular/organizar as Arenas elaborarão a sua própria programação respeitando a grande geral de programação do Seminário, bem como seus objetivos. Para tanto, a proposta central será a de ao final dos dias de Seminário as Arenas apresentarem projetos elaborados coletivamente pelos conectados de uma nova forma de aprendizagem em Rede e que possa ser implementado em conjunto por todos.
O evento será transmitido e contará com mecanismos de interação via web.
PROGRAMAÇÃO
Dias 14, 15 e 16 de setembro
LOCAIS
Teatro Vivo – Hub Vivo (capacidade 300 pessoas)
Galeria Vivo (para realização de dinâmicas de conversação)
Escritórios da Vivo – Arenas Vivo (utilizar salas de Videoconferência)
Pessoas e Organizações poderão ceder seus espaços para a realização das Arenas
CONCEITO
O 2o Seminário será uma nova e mais intensa oportunidade de conversar sobre as exigências de uma nova educação para uma nova sociedade (a sociedade em rede).
Terá um formato inovador, ouvindo especialistas-chave, promovendo um inédito festival de educação inovadora, abrindo espaço para as pessoas poderem conversar sobre os temas de sua escolha, estimulando a elaboração coletiva de projetos de educação inovadora (aprendizagem em rede).
OBJETIVOS DO SEMINÁRIO
- Difundir o conectivismo como nova teoria da aprendizagem compatível com a sociedade em rede.
- Continuar investindo na formação de sistemas sócio-educativos – comunidades de aprendizagem em rede.
- Construir um caminho próprio de abordagem do tema e de investimento socialmente responsável, alçando vôo (sem se contrapor diretamente) sobre o terreno já muito pisado pelas instituições e programas que ainda entendem a educação a partir do tripé escola-ensino-professor.
- Criar pontes com os inovadores em educação e incentivar os seus esforços.
FORMATO
Será realizado simultânea e integradamente em diversas cidades brasileiras, sob o formato de interação distribuída compondo um Hub em São Paulo e Arenas as demais cidades.
Os escritórios da Vivo em todo o Brasil abrirão suas portas para receber os grupos locais, e você também poderá abrir as portas de sua casa, da escola, de empresas, de ONGs para serem Arenas, basta criar um tópico aqui abaixo no Fórum de Discussão sob Título ARENA (CIDADE/ESTADO), e articular para que as pessoas de sua cidade/estado se conectem.
As pessoas interessadas em articular/organizar as Arenas elaborarão a sua própria programação respeitando a grande geral de programação do Seminário, bem como seus objetivos. Para tanto, a proposta central será a de ao final dos dias de Seminário as Arenas apresentarem projetos elaborados coletivamente pelos conectados de uma nova forma de aprendizagem em Rede e que possa ser implementado em conjunto por todos.
O evento será transmitido e contará com mecanismos de interação via web.
PROGRAMAÇÃO
Dias 14, 15 e 16 de setembro
LOCAIS
Teatro Vivo – Hub Vivo (capacidade 300 pessoas)
Galeria Vivo (para realização de dinâmicas de conversação)
Escritórios da Vivo – Arenas Vivo (utilizar salas de Videoconferência)
Pessoas e Organizações poderão ceder seus espaços para a realização das Arenas
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Fim do congresso, Pernambuco, tecnologia...
Hoje foi o último dia do congresso. Certificados entregues, compras na feirinha do SENAC, despedidas, passeio pelo centro histórico de Recife, carona "dahora" com os amigos da Débora Valletta, super companheira nipo-italiana desses dias todos. Fica, deste congresso, uma experiência de participação bem mais intensa do que a do ano passado; acho que o minicurso do João Mattar colaborou bastante pra isso, pois saí de lá com a sensação de que já tinha ouvido falar de tudo aquilo que ele estava dizendo, só que nunca tinha ido pra frente do computador pra entrar e fuçar nos links todos que ele sugeriu - e postou - em seu delicious. Ele também tem um blog bem legal, linkado na lista de blogs aqui do forno, confira.
Todo mundo sabe que eu adoro Recife e Olinda e sempre que tenho uma oportunidade qualquer, caio pra esses lados. Mas muito mais do que um ponto turístico fabuloso, com um povo deliciosamente acolhedor, pude sentir, desta vez, no ar daqui, uma ação voltada pro uso da tecnologia que deixa muitos estados "no chinelo". Os professores estão preocupados com a inserção no mundo digital e não apenas a dos alunos, como também a sua. E isso é muito legal, é um movimento que, nos próximos anos, pode nos trazer excelentes surpresas. Dá-lhe, Pernambuco!
E pra saideira, amanhã, se não chover, vou tentar ir à praia, pois também sou filha de Deus. À tarde volto pra São Paulo com a mala cheia de "bolo de rolo", um sotaque carregado que vai demorar uns bons dias pra sumir e no peito uma saudade do mar que só Fernando Pessoa e Caymmi seriam capazes de descrever. Despeço-me, então, com eles, porque "o mar quando quebra na praia é bonito, é bonito...".
Olhando o mar, sonho sem ter de quê.
Nada no mar, salvo o ser mar, se vê.
Mas de se nada ver quanto a alma sonha!
De que me servem a verdade e a fé?
(...)
Se tive amores? Já não sei se os tive.
Quem ontem fui já hoje em mim não vive.
Bebe, que tudo é líquido e embriaga,
E a vida morre enquanto o ser revive.
Todo mundo sabe que eu adoro Recife e Olinda e sempre que tenho uma oportunidade qualquer, caio pra esses lados. Mas muito mais do que um ponto turístico fabuloso, com um povo deliciosamente acolhedor, pude sentir, desta vez, no ar daqui, uma ação voltada pro uso da tecnologia que deixa muitos estados "no chinelo". Os professores estão preocupados com a inserção no mundo digital e não apenas a dos alunos, como também a sua. E isso é muito legal, é um movimento que, nos próximos anos, pode nos trazer excelentes surpresas. Dá-lhe, Pernambuco!
E pra saideira, amanhã, se não chover, vou tentar ir à praia, pois também sou filha de Deus. À tarde volto pra São Paulo com a mala cheia de "bolo de rolo", um sotaque carregado que vai demorar uns bons dias pra sumir e no peito uma saudade do mar que só Fernando Pessoa e Caymmi seriam capazes de descrever. Despeço-me, então, com eles, porque "o mar quando quebra na praia é bonito, é bonito...".
Olhando o mar, sonho sem ter de quê.
Nada no mar, salvo o ser mar, se vê.
Mas de se nada ver quanto a alma sonha!
De que me servem a verdade e a fé?
(...)
Se tive amores? Já não sei se os tive.
Quem ontem fui já hoje em mim não vive.
Bebe, que tudo é líquido e embriaga,
E a vida morre enquanto o ser revive.
Nos fios da África: projeto de contação de histórias
Acabo de saber que "Nos fios da África", meu projeto de contação de histórias, desenvolvido em parceria com a tecelã Carmem Leister Silveira, foi aprovado no Edital de Chamamento da Prefeitura de SP.
Nos próximos 18 meses, integraremos o grupo de "oficineiros, contadores de histórias e RPG" das bibliotecas de SP e estaremos por lá contando e tecendo fios e palavras. Aguarde!!
Veja a lista completa dos aprovados no site da Prefeitura de SP.
Nos próximos 18 meses, integraremos o grupo de "oficineiros, contadores de histórias e RPG" das bibliotecas de SP e estaremos por lá contando e tecendo fios e palavras. Aguarde!!
Veja a lista completa dos aprovados no site da Prefeitura de SP.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Congresso, artigo e cara nova do blog
Hoje foi um dia bem intenso no VIII Congresso Internacional de Tecnologia e Educação aqui em Olinda. Palestras, minicurso sobre "Técnicas e Instrumentos de Avaliação na Perspectiva da avaliação por Competências" com a Profa. Targélia Albuquerque, e chuva. Depois visita ao Instituto Ricardo Brennand e 1h de táxi pra chegar no hotel. Trânsito igual ao de São Paulo, inacreditável!
Amanhã é o último dia de congresso e eu farei um mini curso com o Prof. João Mattar sobre "Web 2.0, games e mundos virtuais em educação".
Ontem, na chegada, apresentei meu artigo. Ele está publicado no CD que contém os Anais do Congresso e, aproveitando as mudanças na aparência do blog (já não era sem tempo!), inauguro uma nova página, na qual você encontrará o texto integral deste artigo (clique na guia "Celular e Expressão", logo abaixo do título do blog).
Por falar em mudanças no blog, além da cor e do visual (fase ecológica desta professora), você vai notar também que, junto ao campo "comentários", agora há um campo chamado "reação", no qual você pode expressar o que achou dos posts, basta clicar numa das carinhas. Aprendi isso ontem com o congressista Rodolfo da Nóbrega que sabia tudo - e mais um pouco - sobre blogs.
A propósito de blogs, para meu espanto, fiquei sabendo que já estão considerando blog como gênero! Não sei o que dizer... Na verdade, depois de estudar blogs durante tanto tempo sem encontrar ninguém que chamasse de gênero, acho que não consigo concordar muito com isso... De todo modo, vou buscar as referências que a colega Cristiane Burlamaqui, do Pará, me deu e ver pra crer.
É isso.
Amanhã às 6h30, o táxi estará na porta do hotel. Afe!!
Amanhã é o último dia de congresso e eu farei um mini curso com o Prof. João Mattar sobre "Web 2.0, games e mundos virtuais em educação".
Ontem, na chegada, apresentei meu artigo. Ele está publicado no CD que contém os Anais do Congresso e, aproveitando as mudanças na aparência do blog (já não era sem tempo!), inauguro uma nova página, na qual você encontrará o texto integral deste artigo (clique na guia "Celular e Expressão", logo abaixo do título do blog).
Por falar em mudanças no blog, além da cor e do visual (fase ecológica desta professora), você vai notar também que, junto ao campo "comentários", agora há um campo chamado "reação", no qual você pode expressar o que achou dos posts, basta clicar numa das carinhas. Aprendi isso ontem com o congressista Rodolfo da Nóbrega que sabia tudo - e mais um pouco - sobre blogs.
A propósito de blogs, para meu espanto, fiquei sabendo que já estão considerando blog como gênero! Não sei o que dizer... Na verdade, depois de estudar blogs durante tanto tempo sem encontrar ninguém que chamasse de gênero, acho que não consigo concordar muito com isso... De todo modo, vou buscar as referências que a colega Cristiane Burlamaqui, do Pará, me deu e ver pra crer.
É isso.
Amanhã às 6h30, o táxi estará na porta do hotel. Afe!!
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
V Seminário Fala OUTRA Escola: carregando sonhos
Divulgação
O GEPEC - Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Continuada - tem sido espaço privilegiado para sistematizar e aprofundar a produção de conhecimentos e saberes na escola e na universidade, fomentando estudos e pesquisas de e com profissionais da educação.(...)
O último Seminário, realizado em 2008, abordou "Histórias Narradas & Cotidianos Vividos". Com o desejo de provocar diálogos sobre as produções cotidianas no trabalho escolar cinco eixos básicos incentivaram os debates: Formação no cotidiano escolar; Narrativa memória e autoria; Práticas curriculares em e com diferentes áreas de conhecimento; Experiências pedagógicas compartilhadas e Reflexividade e trabalho coletivo.
Em 2010, histórias de vida e de docência de quatro professoras do estado de Sergipe, retratadas no filme "Carregadoras de Sonhos", inspiram o nosso Seminário.
"Carregando sonhos" seguimos apostando na produção e partilha de narrativas que dão vozes e sentidos a uma "escola outra", fomentando diálogos e debates acerca das relações e saberes construídos na instituição escolar.
Convidamos todos à partilha de experiências que alimentem sonhos em salas de aula... Narrar, questionar e assim, produzir práticas diferenciadas na construção da escola de nossos sonhos (compartilhados)!
Para mais informações e inscrições, acesse o site do evento: V Seminário Fala OUTRA Escola
O GEPEC - Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Continuada - tem sido espaço privilegiado para sistematizar e aprofundar a produção de conhecimentos e saberes na escola e na universidade, fomentando estudos e pesquisas de e com profissionais da educação.(...)
O último Seminário, realizado em 2008, abordou "Histórias Narradas & Cotidianos Vividos". Com o desejo de provocar diálogos sobre as produções cotidianas no trabalho escolar cinco eixos básicos incentivaram os debates: Formação no cotidiano escolar; Narrativa memória e autoria; Práticas curriculares em e com diferentes áreas de conhecimento; Experiências pedagógicas compartilhadas e Reflexividade e trabalho coletivo.
Em 2010, histórias de vida e de docência de quatro professoras do estado de Sergipe, retratadas no filme "Carregadoras de Sonhos", inspiram o nosso Seminário.
"Carregando sonhos" seguimos apostando na produção e partilha de narrativas que dão vozes e sentidos a uma "escola outra", fomentando diálogos e debates acerca das relações e saberes construídos na instituição escolar.
Convidamos todos à partilha de experiências que alimentem sonhos em salas de aula... Narrar, questionar e assim, produzir práticas diferenciadas na construção da escola de nossos sonhos (compartilhados)!
Para mais informações e inscrições, acesse o site do evento: V Seminário Fala OUTRA Escola
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação: redes sociais e aprendizagem
Divulgação
Já estão disponíveis, no endereço eletrônico www.ufpe.br/nehte/simposio2010, os conteúdos programáticos dos minicursos que compõem a série de atividades da terceira edição do Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação: redes sociais e aprendizagem. Dirigido a professores, alunos e pesquisadores em geral, o Simpósio acontece nos dias 02 e 03 de dezembro deste ano, no Centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco.
Os interessados devem escolher entre as seguintes opções de minicursos: Cartografia cognitiva: o uso de hipertexto nos mapas conceituais, ministrado pela professora Maria Auxiliadora Silva Freitas (CEDU/UFAL); Instalação, Configuração e Uso da Plataforma de Gestão de Aprendizagem Amadeus, ministrado pelos professores Alexandro Gomes (CIN/UFPE) e Francisco Petrônio Medeiros (IFPB); Redes sociais em educação: aplicações, ferramentas e estratégias para o ensino, ministrado pelo professor Lafayette Melo (IFPB) e; Nós somos os nós e a escola é a rede, ministrado pelo professor Luiz Fernando Gomes (Uniso/SP).
Na ocasião, estarão presentes estudantes, professores e profissionais ligados às áreas de Letras, Educação e Informática de diversas universidades brasileiras. Entre os participantes confirmados estão os pesquisadores Antônio Carlos Xavier e Nelly Carvalho (UFPE) e o filósofo Pierre Levy, professor titular da cadeira de “Pesquisa em Inteligência Coletiva” da Universidade de Ottawa, no Canadá.
O Simpósio Hipertexto tem periodicidade bienal. Sua primeira edição aconteceu em 2006 e a segunda em 2008, ambas no campus da Universidade Federal de Pernambuco.
As inscrições para apresentação de trabalhos já estão abertas e podem ser feitas no site do evento, no endereço eletrônico www.ufpe.br/nehte/simposio2010.
Os interessados podem efetuar a inscrição nas modalidades: sessão de comunicação (professores e estudantes de pós-graduação) e pôsteres (estudantes de graduação). Haverá premiação para o melhor pôster apresentado entre os alunos de graduação.
Mais informações
www.ufpe.br/nehte/simposio2010
simposiohipertexto@gmail.com
Fonte: AN-UFPE
Já estão disponíveis, no endereço eletrônico www.ufpe.br/nehte/simposio2010, os conteúdos programáticos dos minicursos que compõem a série de atividades da terceira edição do Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação: redes sociais e aprendizagem. Dirigido a professores, alunos e pesquisadores em geral, o Simpósio acontece nos dias 02 e 03 de dezembro deste ano, no Centro de Artes e Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco.
Os interessados devem escolher entre as seguintes opções de minicursos: Cartografia cognitiva: o uso de hipertexto nos mapas conceituais, ministrado pela professora Maria Auxiliadora Silva Freitas (CEDU/UFAL); Instalação, Configuração e Uso da Plataforma de Gestão de Aprendizagem Amadeus, ministrado pelos professores Alexandro Gomes (CIN/UFPE) e Francisco Petrônio Medeiros (IFPB); Redes sociais em educação: aplicações, ferramentas e estratégias para o ensino, ministrado pelo professor Lafayette Melo (IFPB) e; Nós somos os nós e a escola é a rede, ministrado pelo professor Luiz Fernando Gomes (Uniso/SP).
Na ocasião, estarão presentes estudantes, professores e profissionais ligados às áreas de Letras, Educação e Informática de diversas universidades brasileiras. Entre os participantes confirmados estão os pesquisadores Antônio Carlos Xavier e Nelly Carvalho (UFPE) e o filósofo Pierre Levy, professor titular da cadeira de “Pesquisa em Inteligência Coletiva” da Universidade de Ottawa, no Canadá.
O Simpósio Hipertexto tem periodicidade bienal. Sua primeira edição aconteceu em 2006 e a segunda em 2008, ambas no campus da Universidade Federal de Pernambuco.
As inscrições para apresentação de trabalhos já estão abertas e podem ser feitas no site do evento, no endereço eletrônico www.ufpe.br/nehte/simposio2010.
Os interessados podem efetuar a inscrição nas modalidades: sessão de comunicação (professores e estudantes de pós-graduação) e pôsteres (estudantes de graduação). Haverá premiação para o melhor pôster apresentado entre os alunos de graduação.
Mais informações
www.ufpe.br/nehte/simposio2010
simposiohipertexto@gmail.com
Fonte: AN-UFPE
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